Desde criança minha mãe sempre me presenteava com cadernos e folhas para primeiramente pintar e desenhar, mais tarde riscar e algum tempo depois escrever, porque eu sempre fui uma criança introspectiva. Com isso minha mãe achava que poderia me manter fora do mundo real, só que com a minha própria imaginação.
Escrever é tirar de você todas as complicações e passar para um papel para poder vê-las de fora da sua cabeça confusa, é expressar um sentimento guardado que você não consegue demonstrar com gestos, é brincar com as palavras pelo simples prazer de vê-las se encaixando uma a uma.
Hoje afirmo que adotar o meu Caderno de Riscos novamente foi constatar que eu não preciso mais
sair do mundo real como quando era criança, mas que o mundo irreal pode sair de dentro de mim.
Bem-Vindo ao meu mundo irreal em um Caderno real.